Feliz 2015 com tudo de bom para todos nós! O meu ano não teria sido o mesmo sem vocês.


Catarina Vilas Boas  
Já andava tentada há algum tempo... Toda a gente dizia que era altamente, que não custava nada e que sabia bem. Do que via e ouvia parecia-me ser muito bom e diferente daquilo a que estava habituada. Sentia-me profundamente aliciada, mas era, para mim, um bicho de sete cabeças como é que me iria amanhar ao longo de todo o processo para que, tanto eu como a outra parte, tivéssemos o que queríamos e saíssemos satisfeitos depois do nosso "encontro". Fiz umas pesquisas na Internet, informei-me junto a amigas que já o tinham feito e, meio a medo, lá me aventurei por aquele território inexplorado.

Estava muito nervosa! Mas dei tudo de mim. Fiz o que podia e o que não podia para escolher o parceiro certo e a coisa certa. Revi passo por passo na minha cabeça para que nada falhasse e no final tinha cerca de 15 artigos no carrinho de compras, tudo isto por uma módica quantia. E quando digo módica, é módica mesmo! Piquéna que só ela que até deu gosto ver e pagar.

Inseri o nº do cartão de crédito fictício que o MB Net me ajudou a criar, o respectivo cvv et voilá, estava o check out feito. Facílimo. Não doeu nada!

O Ebay diz que dia 15 de Janeiro, 25 o mais tardar, está tudo cá em casa, free delivey e como na fotografia. À excepção de umas argolas muito giras que eu julgava mais pequenas e que, depois de alguma atenção, percebi terem 9 centímetros e que me vão fazer parecer uma siciliana do gueto, acho que não me enganei em mais nada! À priori foram tudo boas compras. Mas depois vos digo...

Catarina Vilas Boas
Janeiro


 Fevereiro


Março


Abril


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Setembro


 Outubro


 Novembro


Dezembro

Boas entradas para todos vós 
Catarina Vilas Boas

Gajas que nos encheram o feed do instagram com fotos, corações, frases e muitos "amo-te-pa-sempre-és-o-homem-da-minha-vida" quando namoravam e agora que acabou (ninguém estava à espera) só postam fotos com o rabo empinado e de mamas à mostra, com descrições girl power ou bocas manhosas para o ex tipo "quem-não-quis-quando-podia-não-vai-poder-quando-quiser". 
É vê-las a todas a cair como tordos e eu aqui, a rir-me sozinha...

Ao menos façam as coisas como deve ser!! Eis uma colectânea das melhores bocas para ex de todos os tempos:















You go, girl!!
Catarina Vilas Boas
Foi um ano bom. Foi um ano em que dei passos gigantes na minha evolução enquanto pessoa. Foi um ano em que encerrei capítulos penosos e iniciei outros com a frescura e leveza que só as páginas em branco nos podem dar. Foi um ano de surpresas. Umas boas, outras más. Foi um ano de realizações dolorosas e descobertas deliciosas. Foi um ano estruturado no meio da desestrutura. Desarrumado que só ele! Cheio de nervos à flor da pele e gritaria nas veias do pescoço. Foi um ano pesado. Porque carregava penitencias de outros anos, não porque fosse ele próprio encarregue dos castigos a que me auto-submetia. Foi um ano que teve de tudo no que toca à forma de ver a minha vida e o mundo, desde o pessimismo profundo, ao optimismo exacerbado, terminando em pleno e em bem no realismo que sempre me aqueceu a alma através de eras invernosas. Foi um ano de palavras, sítios e pessoas novas.

Bottom line, 2014 foi um ano bom. Difícil! Mas bom.

E 2015 será ainda melhor...
Catarina Vilas Boas  


A cidade mais feliz da Europa. E arredores. Para ler aqui.
What Goes Around Comes Around


Ó eu de dedinho no ar como ele.


Catarina Vilas Boas



E num instante toda a raiva se esfumaça. Todo o ódio se evapora. Eu bem digo que não consigo ser cabra. Mas gostava...

Catarina Vilas Boas
Sigo em frente de caminho decorado e olhos embaciados. O quotidiano lá de fora parece-me banal em comparação aos trilhos retorcidos da minha mente. Os edifícios já os sei de cor, só mudam as decorações que agora são natalícias e todas iguais. Não me interessam. As pessoas dão-me sono. Clones. Interessam-me ainda menos. Parecem um exército de formatados, construídos em série e escravos dos ditames da moda que os regem, desde a roupa que usam à vida que levam.

Pudessem elas ter um vislumbre das minhas reflexões, da minha cabeça delirante e distorcida, o que diriam elas? Pudesse eu ver o que se passa nas suas cabeças e julgá-las-ia implacavelmente iguais, como julgo agora? 

Serei eu diferente? Quem eu sou e o que faço aqui nem eu sei. 

Aprofundo uma existência parca de grandes acontecimentos em devaneios febris que me assomam o cérebro. Deles resulta uma dissecação do que vi, ouvi e senti, em tempos de memórias semi-apagadas que ressurgem das cinzas. Algo que me disseram ontem, algo que eu fiz há um mês, algo que disse há 10 anos. Reavalio as deduções que me dirigem a vida e faço um balanço 100% positivo da veracidade das minhas previsões. De há uns anos para cá desenvolvi o famoso instinto de que tanto falavam e que eu julgava não ter. Quiçá apenas experiência de vida... mas instinto sempre soa melhor.

Corpo e cerne em movimento a um ritmo frenético. Nem quando paro consigo parar. 

Catarina Vilas Boas
Com tecnologia do Blogger.